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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Conta que eu te conto >> Daniele, Capítulo 2: Apresentações

 

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No dia seguinte, a rotina de Gabriel foi diferente. Ao invés de acordar as 6h da manhã como de costume, ele estava de pé em frente ao espelho as cinco e vinte da manhã. Não pense que Gabriel ficou maluco e acordou mais cedo para ficar se olhando ao espelho. Pelo contrário, ele ficou maluco porque não conseguiu dormir a noite toda. E numa tentativa desesperada em entender, o porquê ele ficou completamente idiota só ao ver a garota da entrada do colégio, e ela passou por ele como se ele não tivesse existido. Ele ficou de pé vestido de seu pijama em frente ao espelho, analisando sua aparência.

Gabriel tava em seus dezesseis anos. Tinha uma altura até alta pros padrões de sua turma, cabelo enrolado e rebelde com um corte de cabelo sempre alto, com uma cara limpa de barba, não por cuidado, mas sim por genética, já que para crescer um mísero fio, era preciso deixar duas semanas inteiras. E para completar o visual, tinha um porte magro. Nunca gostou de comer, desde a infância tinha essa característica. Agora cresceu, só come o suficiente para acabar com sua fome e só. E com os primeiros raios de sol, que vieram junto com o seu despertador que acusava às seis horas, ele percebeu que não tinha nada de errado com ele, pelo menos em sua aparência.

E assim que ele recebeu os primeiros jatos de água de seu chuveiro, ele esqueceu por completo a garota da entrada do colégio. E com um sorriso no rosto ele completou o restante de sua rotina. Tomou banho lavando os cabelos e todas as partes de seu corpo e se enxugou por completo, sem deixar uma gota de água, pelo seu corpo, do jeito que seu pai ensinou na infância. Vestiu o uniforme do colégio e colocou o material na mochila sem cuidado alguém, como sempre faz todos os dias. Dali foi para cozinha e comeu o misto quente com requeijão e presunto acompanhado de um copo de achocolatado, preparados por sua mãe, enquanto ele estava no banho. E foi para sala ver seus desenhos antigos enquanto esperava o pai ficar pronto pro trabalho. Assim que o pai ficou pronto, ele deu um beijo na bochecha de sua mãe, que retribuiu com um tapa na cabeça do filho e a mesma frase que sempre se repetia.

- Vai pentear esse cabelo direito menino!

Entrou no carro junto com pai e saiu para escola que fica a dois minutos de carro. Ao chegar na escola, encontrou sua namorada Fernanda que estava sentada o esperando como todos os dias, deu um selo molhado em seus lábios, pegou em sua mão e de mãos dadas foram juntos para sala de aula.

Fernanda era a garota em que todas as outras garotas tinham raiva e todos os garotos tinham desejo. De estatura alta para padrões femininos, ela tinha quase a altura de Gabriel, olhos verdes escuros, cabelos ruivos de pintura e loiros de nascença. Com seios avantajados e cintura finíssima, digna de qualquer super modelo tanto nacional quanto internacional, além de pintas em seu rosto, que lhe dá com a ajuda de seus cabelos pintados, uma aparência de garota de colegial da Inglaterra.

Ela realmente podia ter qualquer garoto do colégio, mas escolheu Gabriel. Isso mesmo foi ela que escolheu e deu em cima de Gabriel, por exatos três motivos, que ela se gaba em dizer para suas amigas, todos os dias que lhe é perguntada:

- Eu namoro ele por três motivos! O primeiro que ele é todo calado e na dele, sei lá, me dá aquele ar de mistério sabe, me dá maior tesão isso. O segundo é que ele sempre tem as melhores coisas e se veste completamente diferente de todos os garotos, ele tem um estilo que me deixa... ah sei lá! E o terceiro é que ele foi o único garoto do colégio, que de um jeito ou de outro não veio dar em cima de mim. Então eu fui ver o porquê, e deu nisso, sabe?

Eles saíram pela primeira vez na casa do melhor amigo de Gabriel, o Diego. Diego é um garoto que possui a mesma altura de Gabriel. E as comparações terminam por aí. Ele se veste sempre com roupas da moda e exibe com orgulho os melhores eletrônicos e objetos que o dinheiro pode comprar. É o atentado do colégio, faz as coisas realmente para aparecer, não tem vergonha disso, tanto que espalha para os quatro cantos que faz isso de propósito. E é o melhor amigo de Gabriel pelo simples fato de nascerem praticamente juntos. A mãe de Diego é madrinha de batismo de Gabriel, e os dois nasceram no mesmo ano e no mesmo mês.

No colégio, todos sabem que os dois são unha e carne e um é o melhor amigo do outro, mas para quem chega ao colégio agora, pode jurar a todos que tal fato em mentira. Eles quase momento algum são vistos juntos. Gabriel está sempre isolado lendo um livro, ou com a companhia da namorada. Diego sempre anda com seus dois e fieis escudeiros, Rafael e Leonardo. Rafael é um garoto acima do peso e que é conhecido por todo o colégio por seu apelido, Rabicó. Leonardo, detentor do maior aparelho dental da escola e com sua estatura pequena é conhecido também por seu apelido, bem menos elaborado que o do colega, mas com o mesmo grau sarcástico, DiCaprio.

Se Fernanda pode ser considerada a garota mais popular do lugar, o Diego pode ser considerado o mais popular. Toda a semana ele tem algum caso a resolver na sala da diretora. Ele é o único aluno conhecido em todas as filias do colégio por sua proeza na sétima serie, que quase lhe valeu sua expulsão. Tal fato só não ocorreu por o seu pai ser o melhor amigo do dono do estabelecimento. Numa feira de ciências da escola, ele soltou das gaiolas todos os ratos de laboratório e soltou uma bombinha caseira perto dos animais, que saíram em disparada por todo o auditório e causou pânico em todas as garotas e mulheres no local. “Falta de provas” foi o que a diretora alegou para não expulsão do garoto.

Pelo menos na escola, toda a rotina de Gabriel parecia normal até aquele momento. O que ele não esperava era o que aconteceria às nove horas e dezessete minutos. Enquanto ele esperava Fernanda sair do banheiro para poderem ir juntos para aula, uma garota saiu do banheiro, agarrada ao seu fichário. Os cabelos castanhos, estavam escuros por completo naquele momento, a luz do corredor e o teto que havia em cima, já denunciavam que o sol não agiria naqueles cabelos por aquele local, e com os cabelos estavam no mesmo tom de cor daqueles olhos e sua face serena ainda se contrasta com a cor pálida daquela menina misteriosa. E mais uma vez ela passa por Gabriel como se ele não existisse. Gabriel ficou tão bobo com a nova visão da garota que nem percebeu que Fernanda saíra do Banheiro e o estava puxando com a mão ir para a sala de aula.

Pronto! Mais um dia perdido na vida de Gabriel pensando naquele rosto angelical da garota da porta do colégio. Fernanda se decidiu por vez que Gabriel devia estar doente, e ficou todo o restante do tempo escolar, perguntando para Juliana, uma loira magra que todas as meninas acham sebosa e todos os meninos acham fácil, que doença o seu namorado teria.

- Se ele tivesse com resfriado, estaria com algo entupido né? Então deve ser dor de cabeça. Deve ter voltado no intervalo, ele tava melhor de manhã cedo.

E enquanto isso, Gabriel estava ao lado de Diego, Rabicó e DiCaprio fingindo ouvir a última safadeza que Gabriel fez com Juliana ao lado do prédio do banco.

- Caraco! Que mulher safada! Muito bom!

Gabriel nesse momento só tinha um pensamento fixo em sua cabeça. Afinal, como se chama a garota da entrada do colégio?

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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Papo de Casal >> Capítulo 8: Ditados Populares

Conversas tolas e divertidas de um casal sobre assuntos importantíssimos que não tem nenhuma serventia. Capítulo Oito: Bate papo sobre ditados populares

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- Não sei o que é pior, ditado popular manjado ou trava línguas.

- Tipo, Um ninho de mafagafos, tinha sete mafagafinhos. Quem desmafagar esses mafagafinhos bom desmafigador será.

- Mais ou menos isso.

- Ou o doce perguntou pro doce qual era o doce que era mais doce e o doce respondeu pro doce que o doce que era mais doce era o doce de batata-doce.

- Você sempre se aproveita para me sacanear, qual a próxima?

- O original nunca se desoriginou e nem nunca se desoriginalizará.

- Quer contar quantos você falará até eu me estressar?

- É como dizem, paciência é uma virtude

- Lá vai, tem mais o que aí para mim?

- Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.

- É melhor não cutucar a onça com vara curta.

- Não adianta chorar sobre o leite derramado.

- Em boca fechada não entra mosca.

- Depois da tormenta, sempre vem a bonança.

- Aproveite a sorte enquanto ela está a seu favor.

- Como eu me divirto com você

- Rindo da minha cara né?

- Sim meu amor.

- As vezes tu dá é sorte de ser gostosa, leva a mal não.

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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Papo de Casal >> Capítulo 7: Pedindo Comida

Conversas tolas e divertidas de um casal sobre assuntos importantíssimos que não tem nenhuma serventia. Capítulo Sete: Bate papo sobre pedido de comida na sala de casa.

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- To com fome!

- Faz algo ué, você não fez compra ontem?

- Fiz, mas to com preguiça de fazer.

- Então pede algo.

- Você quer o que?

- Por enquanto nada, to com muita fome não.

- Ah! Vai pedir duas vezes? Diz o que você quer comer e quando tiver com fome tu pega.

- OK. Que tal uma pizza?

- Poxa, toda a semana estamos comendo pizza, estou enjoada.

- Hum... Hambúrguer, eu peço um X-Tudo.

- Também não, to afim de hambúrguer não.

- Que tal um esfirra?

- Não!

- Açaí carregado de doces?

- Não!

- Sanduiche natural?

- Não!

- Comida Chinesa?

- Não!

- Batata com calabresa?

- Também não!

- Então ou você faz algo ou sai e compra algo diferente.

- Será que você não está afim de fazer aquele seu famoso omelete não?

- Por qual razão oculta tu me deixou listar todas as opções de entrega e não me pediu de uma vez o maldito omelete?

- Sei lá! Você vai fazer?

- Mais uma puta que pariu! Tá bom, cadê os ovos?

- Já to com dois em minhas mão.

- Me abusa fazendo gracinhas, eu mereço!

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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Conta que eu te conto: Viagem de Ônibus >> Parte 1

 

buzao Até então era uma viagem normal para Pedro. Como todos os dias ele acordou as seis horas da manhã e se arrumou de forma impecável para ir para o trabalho. Pegou sua mochila e colocou a marmita dentro dela e partiu para o seu ônibus. Pedro é morador do bairro da Penha no Rio de Janeiro e todos os dias pega o ônibus 313 no ponto final e vai até o outro ponto final na praça tiradentes. Como todos os dias às 6h40 ele pegou o ônibus de sempre com o motorista de sempre e partiu para o centro achando que seria uma viagem como todas as outras. Esse pensamento se foi logo alguns pontos de ônibus depois. Quando estava quase dormindo, a pessoa da sua frente se levanta num pulo e começa a olhar para todos os cantos do ônibus e num passe de mágica solto do ônibus correndo na direção contrária. Antes que Pedro fechasse os olhos novamente ele escuta uma confusão na entrada do ônibus.

- Ae parceiro essa mala é tua?

- Que mala?

O homem abre a mala e encontra um notebook e faz uma cara de surpresa.

- Achou esse notebook ae fera?

- Sim parceiro, achei sim!

- Mal achou e já perdeu fera!

- Perdi o que?

Do nada o outro acerta um soco no homem que estava securando o notebook e os dois começam a brigar dentro do 313 lotado. Enquanto os dois brigam as pessoas que estavam em pé envolta deles começam a gritar. Uma senhora começa gritar:

- Socorro! Socorro!

Aí um garoto pede pro motorista abrir a porta e para a surpresa de todos quando o motorista abre a porta o garoto sai correndo com uma mala na mão. Alguns segundos depois a senhora gritou:

- O moleque levou o notebook! o moleque levou o notebook!

De repende os dois sangrando param de brigar e saem do ônibus em desparada atrás do garoto, o motorista aproveita o fim da confusão e fecha a porta do ônibus e arranca.

 

Acredite,mas essa história só está no começo…

Continua…

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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Papo de Casal >> Capítulo 6: Pedido de Pizza

 

Conversas tolas e divertidas de um casal sobre assuntos importantíssimos que não tem nenhuma serventia. Capítulo Seis: Conversa sobre o pedido de pizza.

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- Clara, quer pizza de que?

- Sei lá, tem quais opções?

- Mussarela, presunto, quatro ou cinco queijo, calabresa, portuguesa, bacon, frango com captury, vegetariana e alho.

- Só tem isso?

- Não tem mais, eu que estou afim de comer uma delas.

- Tem de camarão?

- Eu não como camarão.

- Ah sai fora, é só tirar o camarão.

- Então vamos pedir de banana.

- Eu não gosto de pizza de banana.

- Ah que isso, só tirar a banana gata.

- Você é muito sem graça, pede metade camarão e metade banana então.

- Eu não quero de banana.

- Então porque falou?

- Você não entendeu a piada?

- Que piada?

- Só um instante... Olá boa noite, eu quero pizza com metades de calabresa, portuguesa e outra metade inteira de camarão...Vem com Refrigerante não é?

- Pergunta os sabores.

- Quais sabores tem? ... Tem pepsi, guaraná antartica, soda e sukita.

- Tem coca cola não?

- Eu por acaso listei Coca-Cola? Tem pepsi, guaraná Antartica, soda e Sukita.

- Mas eu quero Coca-Cola.

- Mas não tem Coca-Cola!

- Mas eu quero, tem como comprar não?

- Eu juro que na próxima eu falo o palavrão do parto da fácil.

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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Papo de Casal >> Capítulo 5: Convite de Aniversário

 

Conversas tolas e divertidas de um casal sobre assuntos importantíssimos que não tem nenhuma serventia. Capítulo Cinco: Conversa sobre ida a uma aniversário.

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- Gabriel, com que roupa você acha que eu tenho ir nessa festa?

- Não sei amor, eu sei que você irá linda.

- Qual o traje da festa?

- Não sei amor, é uma aniversário, ele me chamou hoje de manhã e não me disse nada sobre traje.

- Como você prefere que eu vá?

- Não sei amor, mas se você for gostosa eu agradeço.

- Ninguém te merece Gabriel.

- Ninguém? Pode deixar que eu vou falar isso para as piriguetes.

- Faz isso, que no dia seguinte estarão escrevendo em sua tumba! Mas me diz, acha que devo usar um decote?

- Não sei amor.

- Acha que eu devo ir de vestido ou de saia?

- Não sei clara.

- Que tal uma camiseta e calça jeans?

- Não sei meu anjo.

- Então eu vou pelada, assim viro atração da festa.

- Vai ué, só que de vez de entrar com o carro na rua dele, entro com o carro no primeiro motel que aparecer, e você vira atração de outra coisa.

- É mesmo? Quero só ver.

- Quer? OK

- Para quem você está ligando?

- Fala Almir! Estou ligando para falar que não vai dar para ir no seu aniversário cara, pintou um serviço que vou ter que ralar a noite toda.

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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Papo de Casal >> Capítulo 4: A Ruiva

 

Conversas tolas e divertidas de um casal sobre assuntos importantíssimos que não tem nenhuma serventia. Capítulo Quatro: Falando da ruiva

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- Eu não gosto dela!

- Dela quem?

- Dessa amiga do Matheus.

- Qual delas?

- A ruiva! Oh! Oh! Se liga meu bem, não viu que nossos santos não se bateram?

- A ruiva? A Raquel?

- Sim poxa!

- Não estou entendendo, vocês foram unha e carne na festa de ontem.

- Aparência meu bem, como você não percebeu?

- Não percebendo ué, o que tu não gostou dela?

- Ela é piriguete oras.

- Leva mal não, quem não é piriguete?

- Eu não sou.

- Aí, leva mal não, tu tá me fazendo dizer uns daqueles palavrões.

- Para de palhaçada, ela é piriguete e acabou.

- Deixa eu ver, ela é piriguete porque é ruiva original, tem um belo corpo e além de ser produzir muito bem, tem um belo rosto e é culta academicamente e no expressar, certo?

- Eu não sei se te elogio ou se te xingo.

- Por quê?

- Tu acertaste na mosca, mas como é que tu percebeste isso tudo seu cafajeste? Tá olhando outras mulheres é?

- A um pingo, a um pingo de anunciar que alguém pariu.

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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Papo de Casal >> Capítulo 3: Sei lá

 

Conversas tolas e divertidas de um casal sobre assuntos importantíssimos que não tem nenhuma serventia. Capítulo Três: Sei lá no apartamento.

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- Quer ir ao cinema?

- sei lá!

- Quer ir comer algo então?

- Sei lá!

- Hum... Quer ir ao teatro? Tá passando uma boa peça no teatro SESI do centro.

- Sei lá!

- Tem Tiago Lacerda, você não gosta dele?

- É, gosto. (faz cara de desanimada)

- Então vamos pro Engenhão? Fluminense vai jogar lá.

- Não to com vontade de torcer hoje, isso não.

- Quer ficar em casa?

- Ah Gabriel! Eu fiquei duas horas me arrumando pra sair e você quer que eu fique em casa?

- Se você quiser ficar, eu vou lá embaixo e compro um sorvete, coca cola e fandangos e assisto aquele DVD de lua nova que eu te dei com você.

(Faz cara de desconfiada) – Isso é sério?

- Sim.

- Oh! Que fofo! Eu te amo tanto! Você é demais!

- Tá! Tá! Tá! Já volto!

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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Papo de Casal >> Capítulo 2: Nomes de Família

 

Conversas tolas e divertidas de um casal sobre assuntos importantíssimos que não tem nenhuma serventia. Capítulo Dois: Papo na frente da TV, nomes de família.

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- Cruz credo, eu virar Ferreira? Ferreira é nome de pobre, Deus me livre desse fardo.

- O que? Ferreira é nome nobre, é nome português, imponente!

- Tá louco! Ainda bem que estamos em tempos modernos e não é preciso colocar o nome inteiro do marido, já pensou? Clara Silva Ferreira? Nome perfeito para dona de tenda de hambúrguer.

- Para de show! Adoro o meu nome, Gabriel Silva Ferreira.

- (risos fartos) Ah! Coitado, criado no meio de nada tem pouco e acha e que tem muito. (mais risos)

- Está rindo de que? Clara Andrade de Almeida? Está brincando comigo não é?

- Ei! Você pode até zoar o Almeida, mas Andrade é muito lindo, nem vem. Clara Andrade, nome artístico meu bem, bem chique.

- Chique! O único Andrade que me vem à cabeça é o ex-técnico do flamengo. Molambo, feio e fanho, desde quando isso é ser chique?

- O que? Ele é a exceção a regra meu bem.

- Exceção a regra? Como ele é a exceção a regra se ele é o único exemplo?

- Têm outros?

- Quais?

- Carlos Drummond de Andrade, bem realeza esse nome.

- Carlos Drummond é Drummond, quase ninguém se lembra do Andrade, ainda mais com esse “de” antes, bem pobre. Tipo Chica “da” Silva.

- Ah! Para de palhaçada, tira desse jogo que eu quero ver minha novela!

- Ok! (cantando) Chica dá Chica dá chica dá Chica da Silva.

¹A palavra molambo é um substantivo masculino que eventualmente também funciona como adjetivo. O termo originalmente denota a idéia de "farrapo" quando funciona como substantivo, e conota a concepção de "indivíduo fraco", “sem firmeza de caráter" quando funciona como adjetivo. No Brasil, o termo é usado tanto em seu sentido denotativo quanto no conotativo. No estado do rio de janeiro, é o termo usado para classificar a torcida do clube de regatas Flamengo

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Papo de casal >> Piriguete

 

Conversas tolas e divertidas de um casal sobre assuntos importantíssimos que não tem nenhuma serventia. Capítulo Inicial: Papo na fila do sorvete, sobre piriguetes.

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- Eu não entendi. Por que se ela pegar o Vítor, ela é piriguete¹?

- Simples, ela acabou de pegar o Matheus, se ela pegar o Vítor que é do mesmo grupo de amigos, ela é uma piriguete.

- Mas amor, O Vítor nem fala com o Matheus. Eles só se conhecem por causa do Rafael.

- Exatamente! Esse é o elo.

- Que elo?

- Que os dois são amigos!

- Mas os dois não são amigos!

- São sim! Pelo elo, que é o Rafael. Rafael é amigo dos dois e portanto, os dois são amigos.

- Deixa eu entender… Os dois não se falam, mas são amigos um do outro, por causa do Rafael, por isso, ela vai viver uma vida miserável, por não poder ficar com o potencial amor de sua vida, só para que outras garotas não a chamem de piriguete?

- Sim ué!

- E você quer que eu concorde com isso?

- Você me ama?

- Sim!

- Você me amaria se eu fosse uma piriguete?

- Provavelmente não.

- Então meu bem, eu não faço as regras, só as sigo. Quer de morango ou ovomaltine amor?

- Hoje eu to afim de morango!

- Me vê um de ovomaltine e um de morango, por favor.

 

¹ piriguete > Piriguete é adjetivo e substantivo feminino, também denominada Piri, é uma gíria brasileira que designa uma mulher que troca de parceiro sexual freqüentemente, normalmente jovem, de acesso fácil e/ou que tem múltiplos parceiros e tem uma preocupação excessiva em exibir os nuances do seu corpo. Geralmente anda em grupos com outras moças que compartilhem os mesmos valores.

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quinta-feira, 25 de março de 2010

Contos de sexta a noite, parte Final

Suelen com seus olhos tomados pela ira encara Thiago e Pedro em posição de ataque. Numa visão rápida, Pedro percebe que Suelen está com seu braço esquerdo imóvel, a boca toda encharcada de sangue, e hematoma pelo seu corpo inteiro. Pedro não consegue com seu raciocínio a mil pensar o do porque Suelen está nesse estado. O que ele percebe é que ela é uma completa lunática e vai matá-lo a qualquer momento.

Mas antes de Suelen esboçar qualquer movimento a porta se abre por completo com uma violência exagerado e surge entre seu arco a figura de dois policiais militares com armas em punho. Os dois policiais ao chegarem acharam que estariam no completo controle, mas se enganaram profundamente. Suelen num piscar de olhos esfaqueia o primeiro policial nas costas após pular sobre ele. Pedro completamente paralisado não acredita na cena que ocorria em exatos um metro de distancia de sua pessoa. E ao olhar pra Suelen viu em sua outrora amiga um olhar do demônio, que desapareceu por completa junto com a parte do rosto de Suelen, junto com um som ensurdecedor. O outro policial com uma pistola 45, num rápido movimento e perfeita mira, atirou no rosto da traída a queima roupa. O segundo do rosto se desfigurando de Suelen foram logo apagados da mente de Pedro quando o sangue a antes assassina e agora vitima preenche por completo a sua face e grande parte do seu corpo.

Pedro ficou completamente traumatizado com a cena. Depois de vários tratamentos psiquiátricos, o garoto simplesmente não se lembra de nada que vivenciou deste que saiu de sua casa no fim daquela noite. E nem tem como juntar o resto da cena que não presenciou. Até hoje, passados cinco anos, o então garoto não se lembra das mortes da sua então musa Priscila e de sua assassina. E muito menos tem o raciocínio pra juntar a morte do seu amigo Mario. Ele não sabe que quando se entregou com a então viva e nua Priscila no quarto. Os dois amigos que ficaram na sala, levaram a histérica Suelen pra cozinha e começaram a espancá-la e que após a surra deixaram a coitada largada e deitada na cozinha. Não sabe que logo após o irmão mais novo de Mario com as duas amigas chegaram na casa e encontraram Mario completamente nu. E muito menos que foi Kelly com um grito agudo de espanto, a única a ver Suelen sair possessa com a faca e apunhalar Mario pelas costas em três golpes certeiros.

A única coisa que o então homem, atual pai de um filho recém nascido, se lembra até hoje. È como eram maravilhosos os seios firmes e avantajados daquela mulher de cabelos lisos, rosto sublime e corpo tentador.

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quarta-feira, 24 de março de 2010

Contos de sexta a noite, parte 3

Suelen ensangüentada no rosto e com vários vermelhos na pele, em posição de ataque segurando um facão afiado de churrasco. Mario no chão imóvel com uma poça de sangue sob ele com Thiago tremendo tentando confrontá-la com as mãos nuas. E Mariano com suas duas amigas Kelly e Pâmela abraçados e sentados encostados na parede. Quando a porta abriu no quarto e Pedro revelou sua presença, todas as atenções foram em sua pessoa. Mas uma vez o garoto entrou num pânico imenso e ficou completamente imóvel. Priscila em completa curiosidade pergunta em voz alta a Pedro o que estava acontecendo. Esse ato despertou novamente o instinto assassino de Suelen e a lembrou de sua primeira adversária.

Num movimento rápido e inesperado, Suelen parte pra cima de Pedro. Thiago nada pode fazer pra impedi-la, Mariano aproveitou pra acudir o irmão e Kelly para usar seu celular. Pedro não viu nenhuma dessas reações, ele tava concentrado em uma única. Uma louca de pedra com um enorme facão na mão e toda ensangüentada correndo em sua direção e num reflexo rápido só fez o que qualquer um faria no momento. Sair da direção daquela louca e se refugiar num local seguro. Mas só após reagir com seu extinto alto protetor que Pedro percebeu que não era o alvo. O alvo era o primeiro, a sua musa encantadora. Suelen passou por ele como uma flecha e com um movimento preciso que a fez subir na cama e numa violência devastadora cravou sem dó e hesitação alguma a faca sobre o corpo de Priscila.

Priscila por estar enrolada nas cobertas não teve a mesma destreza de Pedro e não conseguiu fugir, o máximo que conseguiu fazer foi com os pés e mãos tentar freia uma algoz cega pelo ódio que vinha em sua direção. Essa ação teve um êxito em primeiro momento. A faca foi desfiado e a única parte do corpo que foi acertada sua mão esquerda. Uma dor imensa em sua mão paralisou Priscila e deixou sua algoz que caiu deitada em seu lado na cama em condições perfeitas pra terminar o serviço. Suelen de lado, juntou suas duas mãos e com toda a sua força que foi triplicada pelo ódio crava com tudo a faca muito afiada entre os seios de Priscila e com o corpo força o objeto sobre a adversária.

Pedro ficou completamente imóvel ao canto do quarto, sem esboçar alguma reação e com seus olhos, a única parte do seu corpo que seu cérebro conseguia com a adrenalina nas alturas manter o completo foco. Viram seu amigo Thiago passar por ele como um vulto e subir na cama e com um soco certeiro e violento acertar em cheio a face de Suelen, que perde um dente e desmaia. Logo após Thiago tira a faca do peito de Priscila em desespero e joga na cama e tenta acudir Priscila, mas é tarde demais. Priscila jaz morta em seus braços com uma agora grande quantidade de sangue escorrendo sobre o buraco de seu corpo e Pedro vendo tudo aquilo continuava completamente paralisado.

Thiago largou Priscila e saiu da cama aos prantos não acreditando no que aconteceu. Nessa hora o por completo paralisado Pedro, esboçou uma única reação. Seus olhos se dilataram numa velocidade, deixando sua cara numa expressão de total terror e espanto. Suelen estava com a boca completamente ensangüentada, corpo todo machucado e torto com a faca levantada em cima da cama.

Continua...

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terça-feira, 23 de março de 2010

Contos de sexta a noite, parte 2

Thiago entrou entre Suelen e Priscila e Mario finalmente conseguiu afastar Suelen. Nessa hora Pedro teve uma reação rápida e agarrou Priscila nua e a levou pro quarto. Ele que não é tão bobo quanto parece a agarrou por tras e tirou um completo sarro do corpo nu da amiga. Thiago após Pedro levar Priscila pro quarto, corre e fecha a porta e grita com os dois, perguntando o que está acontecendo. Mais na sala o único destaque era Suelen em completa possessão tentando se livrar de Mario e gritando barbaridades pra Mario e Priscila.
Já no quarto a situação era inversa, um silencio total. Só se ouvia as respirações aceleradas de cansaço de Priscila e de excitação de Pedro. Pedro tinha os olhos fixos em Priscila, enquanto ela se acalmava em pé em frente a Pedro, completamente nua, com seus cabelos despenteados, boca sangrando e segurando o pulso direito completamente inchado. Ficaram assim por alguns minutos até Priscila perceber o quanto tava exposta a Pedro e tenta se cobrir. Corre pra cama e pega o lençol pra se cobrir. Ela perde a calma completamente e começa se virar com raiva pra Pedro, que num reflexo rápido e com agressividade pergunta o que foi que houve.
Ela leva um choque com o tom de voz de Pedro e se acalma novamente e explica a situação com calma e voz tremula:
- Eu encontrei com ele hoje no fim da tarde na estação e voltamos pra casa juntos. Chegamos aqui e ele me chamou pra entrar, sempre gostei dele então gostei do convite e entrei. Ele me mandou um papo que eu gostei e cai na dele, e deixei ele me beijar. O resto você já sabe. “Estávamos transando na sala e ela chegou do nada e começou a gritar.”
Pedro continua pasmo com tudo o que acontecia e não sabia o que pensar. Não sabia se admirava a beleza praticamente nua de Priscila ou se ia pra sala e dar um abraço em Mario, que naquele momento era seu maior herói. Sozinho e sem esforço conseguiu transar com as duas maiores gostosas de Marechal Hermes até onde ele sabe. Se ele fez isso com a Priscila o que garante ele não ter feito com todas as outras. Mas os pensamentos de Pedro foram interrompidos por um grito agudo na sala.
Priscila se enrolou ainda mais nas cobertas e perguntou pra Pedro o que estava acontecendo, mas ele antes perdidos em seus pensamentos não tinha a mínima idéia do que estava acontecendo. Priscila ficou com muito medo e pediu pra Pedro ver o que era. Pedro também ficou com medo e não quis ir, mas foi aí que Priscila começou a usufruir o seu poder em Pedro. Coisa que ela sempre vez com maestria, fazendo o garoto em tempos passados fazer coisas na maior, boa vontade para ela. E com uma voz suave e sublime ela conseguiu mais um favor. Conseguiu que Pedro perdesse o medo e fosse até a sala ver o que estava acontecendo.
Só que ao por os olhos na sala o rapaz levou um susto tremendo. Em choque ele via num piscar de olhos uma cena que nunca imaginaria que presenciaria.

Continua...

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segunda-feira, 22 de março de 2010

Contos de sexta a noite

Era mais um dia na vida desses jovens. Mais uma sexta-feira que prometia em sua noite de pecado. Jovens que se conhecem há tanto tempo que nem se lembra a data do primeiro encontro. Nasceram e vivem um perto do outro deste as datas distintas de seus nascimentos. O cenário dessa história é no subúrbio carioca, mas precisamente em Marechal Hermes, nas ruas pavimentadas por pedras e com casebres antigos de quintais largos, repleto de arvores e terra. Donos de uma educação digna, porém pobre de seus pais, foram altamente influenciados pelas modas do local e vivem em seu mundo como se fosse à melhor coisa que existe.

A rotina das sextas-feiras se passou sem nenhum alarde. Thiago, um já homem de 20 anos que trabalha como entregador de uma farmácia do bairro, e Pedro, ainda garoto e estudante do colégio técnico do bairro na área de eletrotécnica, se encontraram na esquina de suas casas e partiram pro ponto de encontro. O ponto de encontro era a casa dos irmãos Mario e Mariano. Mario é um rapaz de 18 anos que trabalha no centro na cidade num dos inúmeros escritórios da metrópole, já Mariano é o irmão mais novo em dois anos estudante de um colégio estadual do bairro. A casa dos irmãos virou referencia de ponto de encontro porque os pais dos meninos são amantes das rodas de samba e todas as sextas-feiras ficam até alta madrugada se deliciando e sambando, deixando a casa completamente vazia pras artes desses jovens.

A única particularidade dos irmãos não retratada aqui é a do mais velho. Mario namora uma menina do bairro, Suelen a mais de quatro anos. Durantes as descobertas da juventude, a química e atração entre os dois foi tão forte, que segue firme e forte até os dias de hoje. As amigas de Suelen completam o grupo de amigos. Kelly, Priscila e Pâmela, todas de 17 anos como Suelen e todas estudantes do mesmo colégio estadual de Mariano. A intimidade dos duradouros anos de amizade dispensa completamente as regras de privacidade. Os dois amigos entraram na casa dos irmãos sem algum problema ou preocupação. A única cena que acharam fora do comum. Foi o pastor alemão dos irmãos preso e latindo as alturas em direção da casa. Ao se aproximar da casa eles perceberam o motivo dos latidos. Gritos histéricos com os sons da voz de Suelen e Mario acompanhavam um grito sem nexo algum vindo de uma voz desconhecida. Os amigos se entreolharam e correram em direção a casa e ao entrar no recinto presenciaram uma cena surpreendente.

Mario estava completamente pelado e tentava segurar Suelen, essa corretamente vestida, mas em posição de ataque em direção a Priscila que como Mario estava completamente nua e jogada no sofá, tentando escapar dos golpes de Suelen. A amante era a rainha da corte no grupo, era a mais bonita e de quebra a com o corpo mais tentador. Única com cabelos lisos e sedosos, com pele branca, seios avantajados em relação as outras e quadris redondo e de grandes proporções.

Os dois amigos passaram momentos de completo espanto com a cena e tiveram pensamentos e reações diferentes. Thiago o mais experiente dos dois só conseguiu pensar em como o grande amigo estava encrencado com a situação, afinal como a situação mostrava foi pego no ato por Suelen enquanto transava com Priscila e em seu reflexo correu pra ajudar o amigo e tentar segurar Suelen. Já Pedro ficou completamente imóvel com a situação e teve seus olhares fixos no corpo nu de Priscila. No exato momento em que avistou a cena, as únicas reações que conseguiu esboçar foi uma ereção instantânea, boca entreaberta com excesso de saliva e um olhar fixo e penetrante aos seios nus da garota que sempre foi considerado monumento digno de varias batalhas de cinco contra um no banheiro de sua casa.

Continua...

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