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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Eu Quero a Cena onde eu possa Brilhar >> Tropa de Elite

 

tropadeelite1 Conheci Tropa de Elite do mesmo jeito que quase todos os brasileiros, passando por um banca de DVD's piratas e vendo as cenas de ações do filme pelas TV's ligadas em ligações elétricas clandestinas, mas ao contrário dessa maioria a primeira vez que conferi o filme inteiro na integra foi numa sala de cinema e lá eu pude conferir o fantástico enredo dessa película de José Padilha. Lançada em 12 de outubro de 2007 nos cinema brasileiros e em meados de agosto em todas as bancas de DVD. Tropa de Elite é considerado o principal filme de ação da história do cinema brasileiro e criou ao lado de Selton Mello o maior astro brasileiro da atualidade, o ator Wagner Moura.

Tropa de Elite conta a história do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais) na época de 1997 quando o então papa João Paulo II estava por visitar a cidade do Rio de Janeiro. Com um elenco formado pelo já citado Wagner Moura junto com Caio Junqueira, André Ramiro, Milhem Cortaz, Fernanda machado, Fabio Lago, Fernanda de Freitas, Marcelo Escorel, Bernardo Jablonsky, Maria Ribeiro e Paulo Vilela e nomes premiados na parte técnica como o editor Daniel Resende que concorreu ao Oscar por Cidade de Deus e uma bilheteria histórica, tanto nos cinemas com mais de dois milhões de pessoas, tanto no mercado ilegal com 11 milhões de exemplares vendidos segundo uma pesquisa do instituto Ibope.

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Sexta-feira, dia 8 estréia o segundo filme de Tropa de Elite, então deixo aqui no meu blog essa homenagem. E termino essa postagem com a crítica do filme feita por Pablo Villaça, junto com uma série de falas já históricas e um vídeo do filme.

Crítica do Filme por Pablo Villaça do Portal Cinema em Cena

“Você é um fanfarrão seu 06”

“Se você deixar essa granada cair, você vai explodir o turno, vai explodir meus auxiliares, vai me explodir! você vai dormir seu 05? Estamos todos confiando no senhor!”

"Na cara não, pra não estragar o velório"

"Preparem as suas almas, porque os seus corpos já nos pertencem, eu declaro aberto o nono curso de formação do Batalhão de Operaçoes Especiais.

Caveiras! Avançar!”

"Homens de preto qual é sua missão? Subir pela favela e deixar corpo no chão! Homens de preto o que é que você faz? Eu faço coisas que assusta o Satanás"

“Eu posso até te ajudar, aliás, eu vou te ajudar! Eu quero te ajudar! Mas agora você tem que me ajudar a te ajudar. Soldado, se você quer rir, tem que fazer rir.”

“Senta o dedo nesta porra.”

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sábado, 4 de setembro de 2010

“Eu quero a cena onde eu possa brilhar” >> Meu Nome não é Johnny

 

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Baseado no livro homônimo de Guilherme Fiúza, esse longa metragem que consolidou o nome de Mauro Lima (Tainá 2: A aventura continua) como diretor no cenário nacional, também firmou Cléo Pires (Lula: O Filho do Brasil) como sexy symbol e Selton Mello (Auto da Compadecida, Mulher Invisível) como o grande ator do nosso cinema. O filme conta a história de João Guilherme Estrela, que nos anos 80 virou o rei do tráfico de drogas na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Além de Selton Mello e Cléo Pires, o filme conta no seu elenco, nomes como Cássia Kiss (Chico Xavier), Julia Lemmertz (Gatão de meia idade), Rafaela Mandelli (Malhação), Ângelo Paes Leme (Os Desafinados), Orã Figueiredo (Mais uma vez amor) e André de Biase (malhação e armações limitadas) e nomes da música brasileira como Rodrigo Amarante dos Los Hermanos. Meu nome não é Johnny deixa sua marca no cenário nacional com cenas inesquecíveis como a de João Estrela na prisão ou sendo preso e com diálogos dinâmicos e engraçados. Eu paro de escrever por aqui, deixando para vocês duas frases do filme, a crítica feita pelo portal cinema com rapadura e uma cena do filme.

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“Eu faço nada, mas sou bom no que eu faço”

“Eles são grande, mas nós é ruim”

Crítica do filme feita por Thiago Siqueira do portal Cinema com Rapadura

 

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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

♪ Eu quero a cena onde eu possa brilhar ♪ >> O Homem que copiava

 

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Não escondo que sou viciado em produções brasileiras, mas essa é uma em especial em que eu sou completamente viciado. O homem que copiava é um dos meus filmes prediletos de todos os tempos, e foi o filme em que me apresentou Lázaro Ramos, que é hoje um dos meus atores prediletos. Feito completamente na cidade de Porto Alegre, com exceção da cena final que foi filmada no corcovado, a película teve um orçamento total de três milhões de reais e foi escrito e dirigido pelo competente Jorge Furtado.

Dono de um elenco poderoso formado pelo já citado Lázaro Ramos (André), além de Leandra Leal (Silvia), Pedro Cardoso (Cardozo), Luana Piovani (Marinês) e Paulo José (Paulo), O Homem que copiava conta a história de André, um operador de fotocopiadora (Mais conhecido como o garoto da Xerox), que se apaixona perdidamente por Silvia, enquanto olhava a cidade pelo seu telescópio. A partir daí para conquistar a moça, ele começa a copiar notas de cinqüenta reais, na sua máquina de trabalho com a ajuda de Cardoso, que está de olho na virgindade da Marinês (Me desculpem, mas tenho que dizer que Luana Piovani como Marinês está muito gostosa).

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Para fechar os deixo com uma frase do filme, a crítica de Pablo Villaça e um trecho do filme que eu adoro assistir novamente.

Crítica de Pablo Villaça do portal Cinema em cena

Marinês: "Pai pobre é destino. Marido pobre é burrice."

                             

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sexta-feira, 30 de julho de 2010

♪ Eu quero a cena onde eu possa brilhar ♪ >> Cidade de Deus

 

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Eu sou um viciado em que se trata em produções made in Brasil. Tanto livro, programas, músicas, seriados e filmes, eu sou um literal puxa saco das produções nacionais. Já que estou com uma vontade de falar em cinema, vou falar sobre minha produção cinematográfica nacional predileta.

Cidade de Deus, de Fernando Meirelles, para mim é uma obra-prima com todas as letras maiúsculas. Ele consegue mostrar várias vidas paralelas de um jeito único que resume toda história dessa favela em décadas passadas. Além da primorosa direção de Fernando Meirelles, Cidade de Deus também têm trabalhos geniais em várias partes técnicas como a edição de Daniel Rezende, a fotografia de César Charlone, o roteiro adaptado por Bráulio Mantovani (Todos esses três mais o diretor foram indicados ao Oscar), a trilha de Antonio Pinto e Ed Cortês e a direção de elenco de Kátia Lund, que conseguiu transformar pessoas normais de favelas cariocas, em atores de altíssimo nível com seu trabalho.

Do elenco só Matheus Nachtergaele tinha seu nome consagrado por atuações em filmes como O Auto da Compadecida, o filme revelou pro Brasil muitos atores de nomes respeitáveis e conhecidos de hoje em dia, como Alice Braga (Eu sou a Lenda), Leandro Firmino “Zé Pequeno”, Douglas Silva “Acerola”, Seu Jorge, Darlan Cunha “Laranjinha”, Alexandre Rodriguês (Seth de Escrito nas Estrelas), Charles Paraventi (Afrânio de Malhação) e Thiago Martins (Era uma vez). Também ganhou vários prêmios internacionais e quatro indicações pro maior prêmio do cinema mundial.

Para terminar vou deixar um link da crítica feita por Pablo Villaça do portal Cinema em Cena e mais cenas clássicas dessa superprodução nacional.

 

Critica de Pablo Villaça

Principal fala do filme:

“Dadinho é o Caralho, meu nome é Zé Pequeno, porra!”

 

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